sábado, 27 de setembro de 2014

A Galinha Ruiva


 Contação da história a Galinha Ruiva, conversação dirigida sobre a importância da cooperação, apresentação e realização da receita da Galinha Ruiva: Bolo de Fubá, atividades de colagem sobre a receita, listagem (escrita e desenho) dos produtos que a galinha ocupou na receita, criação do livro de receitas divertidas.


Inicio- Contar a história
Depois da história e da conversação colocar a mão na massa e fazer o bolo da Galinha Ruiva

Eles adoram fazer ....

colocar a massa na forma 

levar ao forno

Enquanto o bolo assa vamos copiar a receita

Bolo pronto é só lanchar.






quinta-feira, 18 de setembro de 2014

ATIVIDADE DE EXTENSÃO UERGS- CICLOS DE ENCONTROS TEMÁTICOS SOBRE O BRINCAR




                                                      INFÂNCIA E BRINCADEIRAS
                                 Palestrante- Profª. Drª. Maria Carmem Silva Barbosa(URFGS)
                                               CORPO,BRINCADEIRA E DIVERSIDADE
                                                           Prof.Me.Leandro Forell(UERGS)
                                                         
           
                                                         O LÚDICO NO PEDAGÓGICO
                                                                   Profª Dra.Valquiria Pezzi (UERGS)
                                      
JOGOS ELETRÔNICOS E PRATICAS PEDAGÓGICAS NA INFÂNCIA
Profª. Draª. Martha Hoppe( UERGS )

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

HORA DE HISTÓRIA



Aula no 2º ano da Escola Erineo Rapaki em Tramandaí, dia  12 de Agosto de 2014




As crianças ouviram atentamente a história


Depois da conversação sobre a história realizaram desenho







domingo, 20 de julho de 2014

Pescaria das Letras

A turma foi dividida em quatro grupos de cinco, no centro do grupo coloquei um pote com os peixinhos e em cada peixe uma letra. Cada aluno recebeu um caniço, entreguei a um aluno de cada grupo um envelope contendo as gravuras, as mesmas foram retiradas uma de cada vez para que aluno tivesse oportunidade de pescar as letras e formar a palavra.
Depois que todos participaram do jogo e formaram as palavras. A professora Eliziane mostrou as gravuras uma por uma e eles soletraram as letras para que ela escrevesse a palavra no quadro.
De modo geral todos participaram com muita desenvoltura, sem desentendimentos e reconheceram as figuras e conseguiram formar todas as palavras. 
 

























quarta-feira, 21 de maio de 2014

Cartografia com Crianças

Cartografia com Crianças
(...) as recentes pesquisas desenvolvidas por nós (Crianças na Paisagem: palavras e processos espaciais, CNPq, 2009-2011) nos levam a algumas considerações em um trabalho cartográfico com crianças pequenas deve pautar-se e que gostaria de agora afirmar: . as crianças “mapeam” o que conhecem...nem sempre o que vêem; . as crianças ao construírem seus mapas usam por base a linguagem oral, eles constroem suas representações em estreito encontro com a linguagem oral, por isso “explicam”, “falam” sobre o que desenham; . nos processos de representações, as relações dialógicas estão muito presente, sejam nas interações entre crianças ou entre adultos, assim, uma fala de uma determinada criança no momento em que estão produzindo um mapa de um local, pode interferir de forma muito forte nos desenhos de outras crianças e vice-versa; . ao desenharem os locais as crianças constroem estratégias de representações que são singulares e devem, por isso, serem consideradas a partir de suas lógicas no mundo e não como uma falta ou problema a ser superado; . os mapas das crianças buscam evidenciar o movimento presente nos seus cotidianos, elas não representam o estático somente, as formas e objetos da paisagem, mas os processos que ai ocorrem também; . as pessoas e animais são sempre destacados nos desenhos, as formas na paisagem (em grande parte) aparecem acompanhadas de vida, seja ela qual for. *******************************************************************************************

Notas de Campo


O que vocês estão fazendo?
Referenciando ao fato das crianças subirem pela rampa do escorregador no sentido contrário da escada.
Subindo o escorregador. Foi a resposta.
Mas por aí? Indaguei.
A gente consegue! Outro me disse.
Posso tentar também? Perguntei.
Não, você não pode – disse um dos meninos. Por que não?
Você é criança? Outro me perguntou.
Não, mas acho que consigo! Respondi.
Então não pode.
E qualquer criança pode? Perguntei.
Claro que pode, se conseguir né.
E por que subir por aí?
É que aqui a gente usa as pernas e os braços.
Mas na escada também.
Na escada não, só as pernas!
Fonte: Pesquisa Crianças na Paisagem/GRUPEGI

domingo, 18 de maio de 2014

                                                        Aula sobre abolição da escravatura....
                              Os alunos desenhando e pintando o boneco pretinho